Cobrança por usuário
Cada pessoa nova na equipe aumenta a fatura, inclusive quem só consulta uma tela.
Cobrança por usuário, plano que sobe de faixa, módulo que ninguém abre. O Atlas Lab levanta tudo o que a empresa paga em ferramentas por assinatura, mostra o que cada uma entrega e recria em sistema próprio, no nome da empresa, a função que vale a pena ter em casa.
Cada ferramenta entrou para resolver uma coisa. Com o tempo, a fatura do cartão passou a ter o nome de vários fornecedores, e ninguém na empresa sabe dizer quanto de cada uma é usado de verdade.
Cada pessoa nova na equipe aumenta a fatura, inclusive quem só consulta uma tela.
Para ter uma função, a empresa sobe de plano e paga junto um pacote que não usa.
A informação mora no servidor do fornecedor, no formato dele. Sair dá trabalho.
O preço muda quando o fornecedor decide, e a empresa fica sabendo no extrato.
O sistema próprio faz a parte que a empresa usa, do jeito que a operação trabalha, e fica no nome dela.
O sistema próprio não tem licença por cadeira. Contratar mais uma pessoa não abre uma licença nova.
A tela tem os campos que a equipe usa, na ordem em que o trabalho acontece. Ninguém precisa contornar a ferramenta.
O código feito para a empresa, o banco de dados e os acessos ficam no nome dela, com o documento de saída. Se um dia trocar de fornecedor, leva tudo junto.
O sistema conversa com as ferramentas que ficam, quando elas permitem a ligação. O dado entra uma vez e aparece onde precisa.
A troca acontece uma função por vez, e a ferramenta antiga só sai quando a nova já roda na operação.
Cada ferramenta paga: quanto custa, quantas pessoas usam, o que é usado de fato e o que depende dela.
Para cada uma, a recomendação: fica como está, muda de plano ou vira sistema próprio. Só entra na lista o que a conta mostra que vale a pena.
Começa pela função que mais pesa na fatura. A equipe usa o sistema novo na rotina real antes de a assinatura ser cancelada, na data certa do contrato.
Não. O Atlas Lab recria a função de que a sua empresa precisa, do jeito da sua operação. Marca, código, telas e textos de outras empresas ficam de fora.
Não. A troca é feita uma função por vez, e a ferramenta antiga continua até a nova estar rodando com a equipe.
A exportação dos dados faz parte do plano de cada troca, pelos caminhos que a própria ferramenta oferece ao cliente.
Ele entra na guarda da estrutura do Atlas Lab, conferido em intervalos fixos, com backup. O conserto segue o prazo escrito no contrato.
Depende de quantas funções valem a pena e do tamanho da operação. Depois da conversa de 30 minutos, a proposta vem por escrito, antes de qualquer compromisso.
O que funciona e cabe no preço fica. O levantamento também mostra o que não vale a pena trazer para casa.
Recriar a função é diferente de copiar a ferramenta. Marca, código, tela e texto de terceiros não entram.
Cada troca respeita o contrato e o aviso prévio da assinatura atual. O plano já leva em conta a data certa de cancelar.
O sistema próprio entra na estrutura da empresa, com a guarda todo mês, no mesmo ritmo do resto.
Com a fatura do cartão da empresa à mão, a gente já começa pelo que importa. Chame no WhatsApp e a gente marca a conversa.